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Identidade SP transforma bairros de São Paulo em logotipos

São Paulo é uma cidade grande, com centenas de bairros e cada um tem uma história bem particular. E foi pra descobrir e compartilhá-las de forma artística que os paulistanos Pedro Campos e Stella Curzio criaram o projeto Identidade SP.

A proposta é transformar essas histórias em logotipos, um pra cada bairro. Até hoje, 33 já foram publicados e cada novo logo traz junto um resumo do que de mais importante foi encontrado sobre aquele bairro.

Pontos de interesse que são importantes pra cidade, mas não configuram bairro, também terão chance no projeto. Avenida Paulista e as Marginais estão na mira do casal.

Reprodução Identidade SP

A ideia gerou interesse até fora de São Paulo e os dois estão sendo convidados a iniciar ou ajudar projetos inspirados no Identidade SP em outros Estados.

O ExploraSampa foi conversar com o Pedro e a Stella pra entender melhor os objetivos por trás do projeto e ressaltar a importância dele pra nossa cidade.

Se liga aí na entrevista, meu!

 

EXPLORASAMPA ENTREVISTA IDENTIDADE SP

 

Qual foi a inspiração pro projeto?

Pedro – A inspiração surgiu em 2009, da curiosidade sobre o nome de um bairro que morei por muitos anos, o Butantã. Fiz uma breve pesquisa sobre sua toponímia e história, então descobri informações incríveis que me levaram a pesquisar mais e mais bairros. Quando me dei conta, tinha o briefing que precisava para realizar o projeto. Pesquisei na internet para descobrir se existia outros projetos como este e, para minha surpresa, não encontrei nenhum. Cheguei a conclusão que seria fantástico para São Paulo, para meu desenvolvimento profissional e pessoal.

 

Qual logo vocês mais gostaram desde a ideia surgida do Butantã até agora?

Pedro – Como cada logotipo é criado a partir de pesquisas, o envolvimento é inevitável. Quanto mais você conhece sobre um local mais interessante ele se torna. Essa é a premissa que queremos passar para as pessoas. O mesmo processo que ocorreu comigo, que deu origem ao Identidade São Paulo, pode acontecer com cada um que conhece o projeto e a história de seu bairro. Os logotipos, além de fortalecer a identidade de cada local, despertam a curiosidade, que por sua vez, incentivam a busca por informações; por que o bairro foi representado daquela maneira e o que a região tem de positivo para oferecer. Quando você conhece mais sobre algo, acaba desenvolvendo uma relação mais íntima e, consequentemente, passa a respeitar e preservar o local. Quem ama cuida, mas para amar é preciso conhecer. Esta é a premissa. Normalmente o último criado é aquele que mais gosto.

Stella – Os logotipos são como ter vários filhos, diferentes um dos outros porém amamos todos igualmente, rs! Eu, de todos até agora, tenho um carinho especial pela Penha, por ser um bairro construído pela fé e por Moema, pela história de amor que as 3 penas representam.

 

Reprodução Identidade SP

 

 

Como é a seleção do próximo bairro a ser trabalhado?

Stella – No começo, tínhamos mais tempo porém hoje, ainda sem investimento financeiro, não temos mais condições de ir pessoalmente em cada bairro, conversando com moradores de longa data, colhendo informações exclusivas, visitando os locais mais relevantes, etc. Mas, o processo de seleção para escolher o próximo bairro começa estudando por meio de livros, artigos, pesquisas, a história do bairro, significado do nome, descendências, curiosidades, monumentos históricos, movimentos artísticos e sempre fica por conta do Pedro dar vida à isso tudo. Eu mantenho uma pesquisa de pelo menos dois bairros prontos que entrego à ele mas o trabalho de criação é muito relativo. Tem um bairro que eu estou muito ansiosa para que ele faça e a pesquisa está pronta há algum tempo (não vou contar para criar um suspense quando publicarmos, rs), mas ele ainda não se identificou criativamente com os elementos principais. Quando isso acontece, geralmente ele pesquisa outros bairros e surge com a inspiração imediata para outros bairros, como foi o caso do Parque dos Príncipes, que ele acordou, me disse que o bairro seria esse, começou a desenhar e ao fim do dia, o logotipo estava pronto. Então, nesses casos, o trabalho de pesquisa é feito durante o processo de criação do Pedro mas normalmente, o que acontece é o contrário: primeiro vem a pesquisa, depois a criação.

Pedro – Pesquisamos aleatoriamente diversos bairros e algumas ideias surgem de forma natural. Depois fazemos uma pesquisa mais aprofundada sobre a região e determinamos os elementos que irão representá­la. O únicos que escolhi fazer, foram o Butantã e a Sé. O Butantã por ser o bairro onde morei anos e o local que me inspirou para a idéia; e a Sé como marco inicial do projeto, assim como o marco zero é para São Paulo.

 

Porque representar os bairros com uma marca?

Pedro – A marca estimula os sentidos e cria relações, por isso, é tão poderosa e fundamental na publicidade. É sempre a primeira necessidade de qualquer negócio. As marcas criadas pelo Identidade SP são, obviamente, diferentes de marcas institucionais, que tendem ao minimalismo. Para as marcas dos bairros, entendemos que o resultado deve ser um pouco mais literal e representativo, que conte, de certa forma, alguma história. Por isso, antes de ir para o papel, pesquisamos o significado do nome, os patrimônios históricos, histórias e a cultura de cada bairro. O design pode mudar completamente a forma como vemos algo. Um exemplo são os Food Trucks. Esta prática sempre existiu em São Paulo, porém os carros dificilmente se destacavam na cidade se misturavam na paisagem cinza. Hoje vemos carros coloridos com projetos de design maravilhosos o que agrega um valor fundamental no poder de decisão para com os consumidores. Com os bairros funciona da mesma maneira. Resgatamos algumas histórias que permitem, de forma lúdica, o aprendizado de algo que está se perdendo com as gerações mais velhas. Esperamos que esta ideia contribua para que cada bairro desenvolva sua identidade assim como o bairro da Liberdade, que apesar de precisar de uma revitalização urgente , ainda assim tem um enorme movimento turístico. No fim, queremos incentivar as pessoas para transformar São Paulo num local mais agradável de viver.

 

Reprodução Identidade SP

 

 

Vocês tem planos de comercializar essas marcas?

Stella – Sim. Desde a criação do projeto, a nossa ideia é comercializar produtos com os logotipos transformados em produtos colecionáveis. Até o momento, como já comentei, ainda não conseguimos um apoio financeiro para darmos andamento a uma loja oficial com a venda de produtos exclusivos, como diversos tipos de souvenirs (canecas, camisetas, capas de smartphones, molesquines, ecobags, almofadas, além de outros itens interessantes), porque precisamos de fornecedores que aceitem trabalhar sob demanda mas, enquanto essa oportunidade ainda não chega, atualmente, fechamos uma parceria com um fornecedor de quadros para serem usados como item de decoração.

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Como é a relação com a Prefeitura ou sub prefeituras, aceitam bem essa representação explorada como “marca”?

Stella – Tentamos contato com a Prefeitura da cidade de São Paulo desde antes mesmo de registrarmos o nosso projeto. Após termos oficializado o registro e divulgado os primeiros logotipos, conseguimos alguns contatos, que nos passaram outros, que nos repassaram mais outros porém, até o momento, mesmo com toda a divulgação do projeto na mídia, ainda não tivemos retorno nem apoio da Prefeitura de São Paulo. Um retorno positivo foi por parte do SP Turismo, que se interessaram pelo projeto. Chegamos a participar de uma reunião para projetarmos uma parceria mas infelizmente, a falta de verba para dar andamento impossibilitou de concretizarmos os nossos planos. O relacionamento com as Sub Prefeituras é distante. Em alguns casos, quando precisamos de maiores informações a respeito dos bairros, buscamos ajuda e orientação das associações dos moradores dos bairros que, apesar de até hoje sempre terem sido muito solícitos, também carecem de informações pois muitas delas são de responsabilidade de uma ou duas pessoas que dificilmente conseguimos contato direto.

 

Reprodução Identidade SP

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Os que amam o bairro em que nasceram, por exemplo, se sentem ligados à marca?

Stella – Muito. No geral, o paulistano é totalmente bairrista. Todo mooquense nato, é um verdadeiro apaixonado pela Mooca; assim como os moradores da Penha (como eu!); os descendestes de lituanos, russos e outras nacionalidades do leste europeu da Vila Zelina e tantos outros bairros. Conheço praticamente São Paulo inteira, dos bairros mais aclamados aos mais desfavorecidos e, por mais que alguns bairros sejam considerados como potenciais economicamente e socialmente, por mais que outros sejam próximos dos grandes centros comerciais ou vias de acesso principais, eu só me sinto realmente “em casa” se estiver pelo trio: Penha, Tatuapé ou Anália Franco. Ver a história do seu bairro sendo representada por uma identidade visual exclusiva que conta a história de como tudo começou, saber que naquele bairro, gerações da mesma família foram vividas onde a bisavó, a vó, a mãe, a filha e agora a neta casaram­se na mesma igreja construindo uma vasta riqueza cultural, ver o crescimento econômico e imobiliário modificando o bairro, é uma ligação de amor muito forte que faz com que as pessoas entrem em contato conosco para compartilhar suas histórias, acrescentar informações à nossa pesquisa, nos parabenizar e o que mais gostamos: contar que ficaram emocionadas e gratas ao ver o seu bairro do coração sendo representado com tanto carinho.

Pedro – Sabemos que representar um bairro como marca é um tanto quanto subjetivo. Nossa visão muitas vezes pode não ser a mesma de um morador de longa data, por exemplo. O saudosismo, as experiências que cada um teve e tem com as regiões que moram ou frequentam, são experimentações únicas e é difícil agradar a todos. Por isso, os fatos históricos são tão importantes como base para tentar minimizar esta questão. Mas o retorno tem sido muito positivo, diria que 95% das mensagens que recebemos são de apoio e pedidos, o restante são basicamente críticas de cunho pessoal. Entendemos que o mais importante, são os benefícios que o projeto pode levar aos bairros, em termos turísticos, econômicos e de preservação dos patrimônios históricos de São Paulo. O logotipo do bairro da Mooca, por exemplo. Alguns dizem que fica no Brás. Sabemos que território da região sofreu algumas mudanças nas delimitações e como são bairros limítrofes, pode haver essa confusão, até hoje isso ocorre muito em São Paulo. Mas o fato é que atualmente pertence ao bairro da Mooca. Recebemos algumas mensagens dos próprios moradores do bairro, dizendo que o prédio do antigo Cotonifício Crespi, que hoje pertence a um supermercado, representaria melhor o bairro. Sem dúvida é um marco, mas as obras realizadas no interior do prédio para abrigar o supermercado, descaracterizou­o completamente, tornando praticamente impossível voltar ao que era antes. A fachada pelo menos é tombada. Já o Museu que, é o mesmo local onde funcionava a Hospedaria dos Imigrantes, foi preservado e tem uma importância histórica fundamental para São Paulo, com inúmeros documentos sobre a imigração para o Brasil na passagem do século XIX para o XX, entre muitas outras atrações. Diferente do supermercado, o retorno que este espaço oferece a população foi o principal motivo pelo qual decidimos representar o Logotipo da Mooca com Museu e não o Cotonifício. Outros ainda diziam que o clube Juventus seria mais adequado para representar o bairro. Sabemos que os mooquences são absolutamente apaixonados pelo Juventus e para homenagea­los, a cor escolhida para logotipo foi a mesma que era utilizada nos primórdios do clube. Sempre que possível, tentamos evitar motivos carnavalescos ou futebolísticos nas marcas. Apesar de ambos também serem importantes para a história de São Paulo, queremos despertar a atenção para outros caminhos. Outro exemplo é o bairro de Santo Amaro com o Borba Gato. é indiscutível que a estátua seja um marco para o local. Mas o assunto é polêmico pois muitos odeiam aquela estátua, alguns por motivos estéticos, outros, devido aos Bandeirantes. Mas o fato é que fez parte da história de São Paulo, e está lá, talvez, não para ser celebrado, mas para não ser esquecido.

 

Reprodução Identidade SP

 

 

Quanto tempo leva a produção de cada logo, desde a seleção dele até a publicação no Identidade São Paulo?

Pedro – É relativo, pois alguns bairros preservaram muito bem sua história tornando nosso trabalho de pesquisa muito mais fácil mas, algumas vezes, temos que garimpar informações. No processo, decobrimos versões diferentes do significado do nome e até dos fatos históricos sobre a fundação de cada região o que, por vezes, acaba influenciando o nosso planejamento. Tentamos publicar pelo menos um logotipo por semana. Mas como o projeto não gera renda, temos que administrar nosso tempo entre o trabalho e o Identidade São Paulo, o que dificulta manter até mesmo a publicação de um logotipo por semana. O logotipo do Bairro do Ipiranga foi um dos mais demorados. A pesquisa foi bem tranquila, pois devido sua importância histórica para o país, não tivemos dificuldade alguma, porém, uma vez que decidimos representar o Museu, o trabalho de criação foi o que tomou mais tempo devido aos detalhes da arquitetura Museu.

 

Como funciona o trabalho de pesquisa para cada logotipo?

Stella – Fazemos um resumo de todas as infomações que conseguimos sobre cada região. É preciso enfatizar que a história dos bairros não é o nosso principal foco. Conhecemos alguns pesquisadores que dedicaram décadas de trabalho estudando alguns bairros e ainda não esgotaram o assunto. Por isso, nossa pesquisa é voltada aos principais fatos, características, algumas particularidades de cada região e até as lendas que o povo conta, como no caso da Penha e a história do viajante Francês. Depois classificamos em graus de importância e então decidimos os elementos finais que irão representar cada região.

 

Reprodução Identidade SP

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Qual o futuro pro Identidade SP depois que acabarem todos os 450 logos do projeto?

Stella – Existem muitas possibilidades que nem mesmo nós podemos prever. Nunca imaginávamos que teríamos um espaço numa rádio, por exemplo. Atualmente, apresentamos no programa Manhã Bandeirantes, com o jornalista Marcelo Duarte, todas as segundas­feiras, a partir das 10h, boletins explicando os logotipos e as histórias dos bairros de São Paulo. Temos algumas ideias para quando o projeto cobrir todos os bairros, mas é certo que vamos lançar um livro comemorativo com todos os logotipos e suas histórias. Depois, a ideia é dar andamento ao projeto trabalhando as principais capitais do país: Identidade Rio de Janeiro, Identidade Brasília, Identidade Bahia, Identidade Belo Horizonte etc.

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Além dos bairros, como é a seleção dos logradouros especiais (Avenida Paulista, Marginais etc.)?

Pedro – São pontos de extrema importância para a cidade que muitas vezes não são representados nos logotipos dos bairros que pertencem ou por pertencerem a mais de um bairro como por exemplo as marginais, Av. Paulista, Minhocão, 25 de março etc.

 

Qual a principal dificuldade na hora de criar um logotipo que capte a essência de cada bairro?

Pedro – Alguns bairros tem características muito aparentes, outros, nem tanto. A diversidade cultural de São Paulo é o que torna a criação mais desafiadora. Para os bairros que possuem algum patrimônio histórico ou que o nome tenha algum significado que seja possível representar visualmente, a dificuldade fica normalmente em encontrar informações e fatos históricos que que comprovem sua veracidade, mas nem sempre isso é possível. O logotipo do Parque dos Príncipes, por exemplo. Tivemos acesso a poucas informações históricas sobre o local, basicamente por meio de apenas um livro e o restante, por um ou dois relatos de moradores antigos que sustentaram a versão que a região realmente era uma fazenda da Familia Matarazzo onde criavam Búfalos e que, inclusive, era comum encontrar estes animais caminhando pelas ruas tranquilamente. Em termos artísticos, a dificuldade foi pensar em como manter uma unidade visual para os mais de 450 logotipos; No fim, pela quantidade de bairros, a unidade visual poderia deixar o resultado chato. Então decidi não pensar nisso e deixar a criação praticamente livre.

 

Reprodução Identidade SP

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Vocês enfrentaram resistência ou reação negativa de moradores de algum bairro?

Stella – O pessoal que acompanha o Identidade São Paulo é realmente interessado por cultura, arte, história. São verdadeiros apaixonados por São Paulo então, eles nos motivam muito. Chegamos a enfrentar alguns posicionamentos de moradores que gostariam que tivéssemos colocado um monumento diferente no logotipo ou que tivéssemos citado tal religião predominante, time de futebol ou escola de samba (assuntos esses que fizemos questão de não trabalhar no projeto), ou ainda moradores que debatem sobre o ano de fundação mas, nunca de forma negativa, agressiva, ruim ou para denegrir a imagem do projeto ou a imagem do bairro. O mais legal é que recebemos mensagens de pessoas de outros estados elogiando e pedindo que o projeto seja realizado também em outras cidades.

 

Quem vocês pretendem atingir com esse projeto?

Pedro – Todos que se importam com o local onde moram, sendo paulistanos ou não. Queremos de alguma forma servir de exemplo para que as pessoas entendam que é preciso se envolver mais, preservar e praticar de forma efetiva a cidadania. Se por meio do projeto conseguirmos melhorar algum bairro, para nós, o objetivo foi alcançado.

 

Pedro Campos e Stella Curzio, idealizadores do Identidade SP - Foto: Divulgação

Pedro Campos e Stella Curzio, idealizadores do Identidade SP – Foto: Divulgação

 

Como vocês veem a exploração do turismo em São Paulo?

Stella – O turismo em São Paulo ainda não é algo louvável. Pudemos comprovar com a SP Turis que o trabalho de divulgação do que há de melhor em toda a cidade está sendo feito de forma dedicada mas a disseminação desse trabalho não acontece. Temos muitos estrangeiros que vem para a cidade mas acabam conhecendo apenas os locais mais disseminados pela mídia. Existem bairros que não fazem parte do “cartão postal da cidade” mas que tem particularidades muito especiais, monumentos tombados pelo patrimônio histórico, gastronomia convidativa, manifestações litúrgicas e culturais e isso infelizmente acaba não sendo experimentado, como é o caso da Penha que, desde a comemoração dos seus 200 anos, em junho de 2002, foi retomada a antiga tradição de se festejar Nossa Senhora do Rosário e São Benedito (uma celebração digna de cobertura midiática), a Vila Zelina com a Festa Típica do Leste Europeu, a Mooca com a Festa de São Vito e, tantas outras opções.

 

 

Pedro Campos, Rafael Leick, Stella Curzio e Bruno Schlögel durante o 1º ExploraSampa Weekend

Pedro Campos, Rafael Leick, Stella Curzio e Bruno Schlögel durante o 1º ExploraSampa Weekend

 

O Identidade SP foi parceiro do ExploraSampa no 1º ExploraSampa Weekend e sorteou entre nossos blogueiros convidados um quadro com o logotipo do bairro Mercado, onde nos encontramos. Esses quadros podem ser comprados online na loja deles.

Se quiser acompanhar mais do trabalho do Pedro e da Stella, acompanhe no Instagram, Facebook e YouTube. E confira todos os logotipos lançados no site do Identidade SP.

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Editor em ExploraSampa
Projeto idealizado e mantido por blogueiros apaixonados por São Paulo, que pretendem mostrar pro Brasil que nossa “terra da garoa” é mais do que uma selva de pedra. O ExploraSampa é: Rafael Leick, do blog Viagem Primata, Rafael Kosoniscs, do blog Seu Mochilão e Jonathan Padua, do blog Eu Vou De Mochila.
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